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Set's by Dj Artemix:

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Top 10 Rap Nacional Nº 10

quarta-feira, 30 de maio de 2012

N.I.B - Banda Dark Knight (Live At TonTon Jazz Bar)

domingo, 27 de maio de 2012

Primeiro Cd Cultura RaP:


musicas do cd culturarap(bl1-25-05-12).rar
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musicas do cd culturarap(bl4-25-04-12).rar

LBV:Construido novas Vidas!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Tupac. Assim como Bob Marley é Pro Reggae, Tupac é pro Rap.





Tupac Amaru Shakur nasceu em 16 de Julho de 1971 em New York, mais conhecido pelos seus nomes artísticos 2Pac, Makaveli ou apenas Pac, ele é considerado por muitos o maior Rapper de todos os tempos.Além de ser músico, Tupac também foi ator e ativista social.A maioria das suas canções trata sobre como crescer no meio da violência e da miséria nos guetos, o racismo, os problemas da sociedade e os conflitos com os outros rappers. O trabalho de Shakur era conhecido por defender a igualdade política, económica, social e racial. Antes de entrar para a carreira artística, ele era um roadie e dançarino de hip hop alternativo. Começou a fazer sucesso quando entrou para o grupo Digital Underground.

ANTES DA FAMA

Sua mãe, Afeni Shakur, e seu pai, Billy Garland, eram membros ativos dos Panteras Negras em Nova Iorque no final dos anos 1960 e 1970; ele nasceu apenas um mês após a absolvição de sua mãe em mais de 150 processos de "conspiração contra o governo dos Estados Unidos.
Apesar de ser inconfirmado pela família de Shakur, muitas fontes (inclusive o relatório do médico legista) mostram seu nome de nascimento como "Lesane Parish Crooks".Este nome teria supostamente entrado em sua certidão de nascimento porque Afeni temia que seus inimigos pudessem atacar seu filho, e disfarçou sua verdadeira identidade usando um sobrenome diferente. Ela mudou isso depois de se separar de Garland e se casar com Mutulu Shakur.Sofrimento e encarceramento rodeavam Shakur desde criança. Seu padrinho, Geronimo Pratt, um membro importante dosPanteras Negras, foi condenado pelo assassinato de uma professora durante um assalto em 1968, apesar da sentença ter sido revogada mais tarde. Seu padrasto, Mutulu, passou quatro anos na lista dos dez mais procurados do FBI começando em 1982. Mutulu era em parte procurado por ajudar sua irmã Assata Shakur (também conhecida como Joanne Chesimard) a escapar de uma penitenciária em New Jersey, onde estava presa por matar um policial em 1973. Mutulu foi pego em 1986 e preso pelo assalto de um caminhão blindado, onde dois policiais e um guarda foram mortos.[14] Shakur tinha uma meia-irmã, Sekyiwa, dois anos mais nova do que ele, e um meio-irmão mais velho, Mopreme "Komani" Shakur, que se tornou rapper e apareceu em muitas das gravações de Pac.
Com doze anos de idade, Shakur se matriculou na 127th Street Repertory Ensemble do Harlem, um grupo de teatro, e foi escolhido como o personagem Travis Younger na peça A Raising in the Sun, que foi performada no Apollo Theater. Em 1986, sua família se muda para Baltimore, Maryland.[16] Depois de completar seu segundo ano na Paul Laurence Dunbar High School, ele foi transferido para a Baltimore School for the Arts, onde ele estudou atuação, poesia, jazz e balé. Ele atuou em algumas peças de Shakespeare e também atuou como o Rei das Ratazanas em o Quebra-Nozes.
Shakur, acompanhado de seu amigo Dana "Mouse" Smith, seu beatboxer, ganhou na maioria das competições de rap em que participou e era considerado o melhor rapper da escola.[17] Ele também foi lembrado como uma das crianças mais populares da escola devido ao seu senso de humor, habilidades de rap superiores, e capacidade de se misturar com todas as turmas.[18] Pac também desenvolveu uma forte amizade com uma jovem Jada Pinkett (mais tarde Jada Pinkett Smith, após se casar com Will Smith), que durou até sua morte. Um poema escrito por 2Pac intitulado "Jada" apareceu em seu livro The Rose That Grew From Concrete, que incluia outro poema dedicado a ela chamado "The Tears in Cupid's Eyes".
Em Junho de 1988, Tupac e sua família se mudaram mais uma vez, dessa vez para Marin City, na Bay Area da California, onde ele estudou na Tamalpais High School. Ele começou a frequentar as aulas de poesia de Leila Steinberg em 1989, que acabou se tornando sua mentora e empresária.Naquele mesmo ano, Steinberg organizou um concerto com uma ex-banda de Shakur, Strictly Dope; aquele show o levou a assinar um contrato com Atron Gregory que o colocou como roadie e dançarino do grupo de rap Digital Underground. Enquanto morando em Marin City, Tupac se envolveu com tráfico de drogas e devido a discussões com sua mãe, acabou saindo de casa e ficando sem teto por algum tempo, indo morar frequentemente na casa de amigos e de seu irmão Mopreme em Oakland.

CARREIRA MUSICAL

2Pac estreou suas habilidades de rap na música Same Song, do Digital Underground em 1991. Depois, 2Pac lançou seu álbum de estréia, 2Pacalypse Now em 1991. O álbum permaneceu oculto por alguns anos e não foi lançado nenhum top ten hit. Mais tarde, foi a vez de Strictly 4 My N.I.G.G.A.Z. ser lançado, em 1993. Considerado seu primeiro álbum de sucesso, lançou dois hit singles, I Get Around com o Digital Underground e Keep Ya Head Up. O álbum e os singles levaram disco de ouro ainda no final de 1993.
Em março de 1995, seu terceiro álbum Me Against the World é lançado. Lançado enquanto Tupac estava servindo pena na prisão por agressão sexual, o álbum chegou direto ao primeiro lugar da Billboard 200, com 240.000 cópias vendidas na primeira semana. O álbum também veio com o primeiro top ten hit de 2Pac, Dear Mama, que chegou ao número nove da Billboard Hot 100. Em abril de 1995, 2Pacalypse Now já era disco de ouro e Strictly 4 My N.I.G.G.A.Z. e Me Against the World eram platina, sendo que no final do ano Me Against the World era platina dupla e Dear Mama platina.
Enquanto servia sua pena, Tupac se casou com a namorada Keisha Morris em 4 de abril de 1995; o casal se divorciou mais tarde em 1996.
Em outubro de 1995, o caso de Shakur estava em apelação, mas devido a todos os seus honorários advocatícios ele não podia juntar a fiança de US $ 1,4 milhões. Após servir onze meses de sua sentença de um ano e meio a quatro anos e meio,Tupac foi liberado da prisão Attica Correctional Facility graças a ajuda de Suge Knight, CEO da Death Row Records, que pagou a fiança de 1.4 milhões em troca de 2Pac assinar um contrato de três álbuns sob a Death Row.
Após a sua libertação, Tupac voltou rapidamente a gravar músicas. Ele fundou um novo grupo chamado Outlaw Immortallz. Tupac chegou imediatamente ao estúdio de gravação para gravar seu primeiro álbum sob a Death Row. A gravadora também rapidamente o rotulou como seu artista principal, ao lado de Snoop Doggy Dogg e Dr. Dre. Seu primeiro lançamento sob a gravadora, o single California Love, foi lançado no final de 1995.
Em 13 de fevereiro de 1996, Pac lança seu quarto álbum de estúdio, All Eyez on Me. Um sucesso instantâneo, o álbum foi direto para o número um da Billboard 200 com 566.000 na primeira semana, trazendo os singles How Do U Want It e California Love para o topo das paradas em julho de 1996. O disco foi uma partida geral dos assuntos de Me Against the World; enquanto aquele álbum era mais confissional e refetivo, esse álbum era mais como uma celebração da vida, cheio de músicas dançantes que apresentavam uma mentalidade mais bandida.
Ao mesmo tempo que Shakur aproveitava a vida como um dos mais importantes nomes do rap na época, ele também tinha problemas. A Death Row passava por tempos sombrios. A má reputação da gravadora subia a medida que Suge Knight tomava maior controle sobre os artistas, deixando Dr. Dre para trás. RBX e The D.O.C. haviam deixado a gravadora, que estava em uma tensa richa com outro ícone do rap, The Notorious B.I.G., sua gravadora Bad Boy Records e seus colegas de Nova Iorque. Tupac também se virara contra Dr. Dre, alegando que ele estava recebendo muito reconhecimento por trabalhos em que ele teve muito pouco ou não teve envolvimento. Esses acontecimentos levaram Dre a deixar a Death Row para fundar sua própria gravadora, a Aftermath Entertainment. Daz Dillinger, do Tha Dogg Pound, acabou assumindo o lugar de Dre na gravadora como produtor principal.
Durante o resto de seu contrato com a Death Row, Pac gravou centenas de músicas, que vieram a ser lançadas em seus álbuns póstumos. Ele também começou o processo de gravação de um álbum com o Boot Camp Click chamado One Nation.
Em 4 de julho de 1996, ele cantou ao vivo no House of Blues com Outlawz, Tha Dogg Pound e Snoop Doggy Dogg. Essa foi sua última performance ao vivo.

Morte

a noite de 7 de setembro de 1996, Shakur foi assistir a uma luta de boxe entre Mike Tyson e Bruce Seldon, no MGM Grand Las Vegas. Após deixar a partida, um dos associados a Suge, Orlando Anderson, um membro da Southside Crips, discutiu com o rapper na portaria do ginásio, e os dois agrediram-se. Os aliados de Suge e Shakur assistiram à "luta", a qual foi filmada pelas câmeras de vigilância do local. Algumas semanas antes, Anderson e um grupo da Crips haviam roubado um membro da facção da Death Row, em uma loja Foot Locker, prevendo um ataque a Shakur. Após a briga, Tupac encontrou-se com Suge para ir a uma propriedade da Death Row. Então, entrou em um BMW E38 sedan, de propriedade de Suge.
Às 10:55 da noite, quando parou em um sinal vermelho, Tupac abaixou o vidro e um fotógrafo tirou sua foto. Aproximadamente, dez minutos depois, foram paradas por policiais, pois estavam com o som do carro muito alto e não estavam com a placa de licença. Então, Suge pegou as placas de dentro do porta-malas, e os dois foram liberados minutos depois sem serem multados.Por volta das 11:10, quando parou em um sinal vermelho no Flamingo Road, perto do cruzamento Koval Lane, em frente ao Hotel Maxim, um veículo ocupado por duas mulheres aproximou-se de Tupac, com o qual conversaram e convidaram para ir ao Clube 662. Aproximadamente cinco minutos depois, um Cadillac branco, modelo antigo, com um número de ocupantes desconhecido, se aproximou da BMW, abaixou o vidro da janela e disparou cerca de doze ou treze tiros contra Shakur. Ele foi atingido por quatro deles, acertando uma na cabeça, duas na virilha e uma na mão.Um dos tiros provavelmente ricocheteou no pulmão do rapper.Suge foi atingido na cabeça por estilhaços, mas acredita-se que a bala passou de raspão por ele.
Após chegarem ao local, policiais e paramédicos levaram Suge e o ferido mortal Shakur para o Centro Médico Universitário. De acordo com a entrevista de um dos melhores amigos do rapper, o diretor de vídeo Gobi, ele recebeu no hospital a notícia de um funcionário da Death Row avisando que os atiradores haviam chegado na gravadora e estavam a enviar ameaças de morte a Shakur, alegando que estavam indo para lá "acabar com ele". Ao ouvir isso, Gobi imediatamente avisou a polícia de Las Vegas, mas eles afirmaram estar sem policiais disponíveis e ninguém poderia ser enviado.No entanto, esta ameaça não foi concretizada. No hospital, Tupac esteve por momentos consciente e por outros inconsciente, tendo sido fortemente sedado, respirando através de um ventilador e um respirador. Foi colocado em máquinas de suporte à vida, e acabou por ser posto em um coma induzido por barbitúrico após repetidamente tentar sair da cama.
Após ter sobrevivido a uma série de cirurgias - inclusive a da retirada do pulmão direito, mal-sucedida - Shakur submeteu-se a fase crítica da terapia médica, e foi dada uma chance de 50% de continuar vivo. Gobi saiu do centro médico após ter sido informado que o artista teve uma melhora de 13% na noite de sexta.Enquanto a Terapia Intensiva estava a ser realizada na tarde de 13 de setembro de 1996, Tupac faleceu de hemorragia interna; os médicos tentaram reanimá-lo mas não conseguiram impedir a propagação da hemorragia. Sua mãe, Afeni tomou a decisão de informar aos médicos para desligarem os aparelhos.Foi declarado morto às 4:03 da tarde (PDT). As causas oficiais da morte foram descritas como insuficiência respiratória e parada cardiorrespiratória, além dos múltiplos ferimentos das balas. O corpo de Shakur foi cremado.Mais tarde, um pouco de suas cinzas foram misturadas com maconha e fumadas por membros do grupo Outlawz.

Honrarias

* MTV colocou Tupac na segunda posição da lista dos Grandes MCs de Todos os Tempos, atrás apenas de Jay-Z.
* Shakur foi introduzido no Hip Hop Hall of Fame em 2002.
* Em 2003, a MTV fez uma nova escolha dos 22 Melhores MCs de Todos os Tempos, conforme escolhido pelos telespectadores. 2Pac foi o vencedor.
* Em 2004, no evento Hip Hop Honors, da VH1, Shakur foi homenageado juntamente com DJ Hollywood, Kool DJ Herc, KRS One, Public Enemy, Run DMC, Rock Steady Crew e Sugarhill Gang.
* Uma enquete realizada na revista Vibe ranqueou Tupac como o "melhor rapper de todos os tempos" conforme votado pelos fãs.
* No primeiro Festival Internacional de Cinema Anual de Turks e Caicos realizado em 17 de outubro de 2006, 2Pac foi honrado pelas suas rimas e talento, e por ser um artista a misturar assuntos étnicos, culturais e raciais. Sua mãe, Afeni Shakur, assumiu o prêmio em seu lugar.[45]
* A sua música Changes, que foi lançada no Greatest Hits em 1998, foi incluída como parte da playlist de músicas do MySpace oficial da igreja do Vaticano.[46]
Seu álbum duplo All Eyez on Me é considerado um dos melhores discos de todos os tempos, com mais de 5 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos somente em abril de 1996.
* Ele foi certificado como "Platina" pela RIAA nove vezes

Curiosidades.

* Shakur tornou-se alvo de diversas ações judiciais e sofreu outros problemas legais. No início de sua carreira, ele foi atingido por cinco tiros e assaltado no corredor de um estúdio de gravação em Nova Iorque. Após o incidente, Tupac começou a suspeitar que outras figuras da indústria do rap ficaram sabendo do acontecido e não avisaram Shakur, o que desencadeou a rivalidade entre as costas Leste e Oeste
* A violência das gangues das duas costas chamou a atenção do cineasta inglês Nick Broomfield, o qual fez o documentário Biggie & Tupac o qual examina a falta de progresso no caso, entrevista pessoas próximas aos dois rappers falecidos e os inquéritos.


Espaço Rap - Coleção Completa (Rádio 105 FM)

Gênero: Hip Hop/Rap
País: Brasil
Ano: Vários

Comentário: Hoje muito se fala na explosão do 'novo hip hop', da 'nova cara do rap nacional' e mais um monte de coisas (ótimas por sinal), mas o melhor é que na maioria das vezes o rap de caras como Xis, MV Bill, Rappin´ Hood, Sabotage e outros são sempre tido como referências, e jamais esquecidos, até porque todos fazem parte de uma cena nem um pouco distante (em relação a 'tempo') da atual.
Mas e grupos como Facção Central, Racionais MC's, Face da Morte, Detentos do Rap e também outros que conseguiram a façanha de muitas vezes criarem polêmicas com suas letras (das quais na grande maioria das vezes não passa da realidade) e serem vistos como, literalmente, pessoas ruins? Não é viagem, eu sei disto, pois cresci numa sociedade onde ouvir/fazer rap é coisa de bandido. Não que a contraparte também não tenha seus pontos baixos, têm até demais, como por exemplo estes vários manos que ouvem V.L. e sabem todas as letras de cor, mas na real acham um máximo ser ou parecer um bandidão. Decorou as letras mas não absorveu nada.

O que faz muitas vezes com que estes grupos sejam discriminados não é somente sua origem humilde ou antecedentes criminais, mas sim pelos seus próprios ouvintes — algo que ocorre inclusive em quaisquer outros gêneros.
Não vou dizer que todas as ideias lançadas pelos caras sejam aproveitáveis, eu mesmo discordo de uma pá de pensamentos deles. Mas é ouvir pra conhecer.

Mas deixando o falatório de lado, quanto à compilação, ela repete grupos e rappers e tão somente inclui músicas que tocaram na rádio 105 FM de São Paulo. Então pode estar faltando uma galera aí, claro, embora eu tenha gostado demais pois pude conhecer melhor a cena (já que na época não ligava pro gênero) e relembrar velhas canções que estouraram quando eu ainda era um guri. Vale muito a pena.
Mas e grupos como Facção Central, Racionais MC's, Face da Morte, Detentos do Rap e também outros que conseguiram a façanha de muitas vezes criarem polêmicas com suas letras (das quais na grande maioria das vezes não passa da realidade) e serem vistos como, literalmente, pessoas ruins? Não é viagem, eu sei disto, pois cresci numa sociedade onde ouvir/fazer rap é coisa de bandido. Não que a contraparte também não tenha seus pontos baixos, têm até demais, como por exemplo estes vários manos que ouvem V.L. e sabem todas as letras de cor, mas na real acham um máximo ser ou parecer um bandidão. Decorou as letras mas não absorveu nada.
O que faz muitas vezes com que estes grupos sejam discriminados não é somente sua origem humilde ou antecedentes criminais, mas sim pelos seus próprios ouvintes — algo que ocorre inclusive em quaisquer outros gêneros.Não vou dizer que todas as ideias lançadas pelos caras sejam aproveitáveis, eu mesmo discordo de uma pá de pensamentos deles. Mas é ouvir pra conhecer.
Mas deixando o falatório de lado, quanto à compilação, ela repete grupos e rappers e tão somente inclui músicas que tocaram na rádio 105 FM de São Paulo. Então pode estar faltando uma galera aí, claro, embora eu tenha gostado demais pois pude conhecer melhor a cena (já que na época não ligava pro gênero) e relembrar velhas canções que estouraram quando eu ainda era um guri. Vale muito a pena.

Espaço Rap Vol. 1




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01 Verão na VR - Sistema Negro
02 Agora a Casa Cai - Doctor Mc's
03 A Vingança - Face da Morte
04 Lei da Periferia - Consciência Humana
05 Malandragem dá um Tempo - Thaíde e DJ Hum
06 Pirituba (Versão Charme) - RZO
07 Periferia Segue Sangrando - GOG
08 Homem na Estrada - Racionais Mc's
09 Frisurados - Guind'Art 121
10 Emanoel - Guind'Art 121
11 É o Respeito Que Prevalece - Código Fatal

Espaço Rap Vol. 2


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01 Fogo na Bomba - De Menos Crime
02 Click, Clack, Bang - Conexão do Morro
03 Dia de Visita - Realidade Cruel
04 Carruagem da Morte - Face da Morte
05 África - A Firma
06 Marcas da Adolescência - Visão de Rua
07 Malandragem dá um Tempo (Ao Vivo) - Thaíde e DJ Hum
08 De Esquina (Ao Vivo) - Xis & Dentinho
09 Eu Sou uma Droga (Ao Vivo) - Rap Sensation
10 Lembranças (Ao Vivo) - Consciência Humana
11 V.E.M. (Ao Vivo) - Duck Jam e Nação Hip Hop

Espaço Rap Vol. 3


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01 Us Manos e as Minas - Xis
02 Bomba H - Face da Morte
03 Traficando Informação - MV Bill
04 Babilônia - Império Z/O
05 Corre Corre - Jigaboo
06 O Caminho das Pedras - Zona Proibida
07 Condições de Sobreviver - Detentos do Rap
08 Só Sangue Bom - Realidade Cruel
09 Brasília Periferia Parte II - GOG
10 Amigo de Infância - Consciência Humana
11 Vida Suburbana - Conexão do Morro
12 Um Cara Bem Legal - RPW

Espaço Rap Vol. 4


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01 Saudades Mil - 509-E
02 É o Terror - GOG
03 Tático Cinza - Face da Morte
04 Cada Um Cada Um - Combinação Lethal
05 Realidade - Jigaboo
06 Canções - Conexão do Morro
07 Segue a Rima - Xis
08 Sem Fé - Expressão Ativa
09 União - Charlie Brown Jr/DMC/CH/HC
10 Como Vai Mano? - Cartel Central
11 Contagiante - Comando DMC
12 H. Aço (Ao Vivo) - DMN
13 Dia de Visita (Ao Vivo) - Realidade Cruel

Espaço Rap Vol. 5


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01 Pacto - Expressão Ativa
02 Sinal da Cruz - Realidade Cruel
03 Super Billy - Conexão do Morro
04 Essa é a Lei (Tributo a um 171) - Ndee Naldinho
05 Roleta Russa - Império Z/O
06 Dez Anos Perdidos - Condenação Brutal
07 Dando Trabalho Pros Anjos - DJ Jamaika
08 Só Quem é Louco - De Menos Crime
09 Julgamento - Face da Morte
10 Só Por Você - Xis
11 Esse é o Meu Compromisso - Ultramen
12 UBC - Doctor Mc's
13 Ninguém Sabe - Thaíde & DJ Hum

Espaço Rap Vol. 6



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01 Oitavo Anjo - 509-E
02 Se Tú Lutas, Tú Conquistas - SNJ
03 Aquela Mina é Firmeza - Ndee Naldinho
04 Baseado em Fatos Reais - Detentos do Rap
05 Falando de Paz - Expressão Ativa
06 Um Bom Lugar - Sabotage
07 Desculpa Mãe - Facção Central
08 Na Corte do Diabo - Império Z/O
09 Suburbano - Rappin Hood
10 Cisco - DMN
11 Vivo e Velado - Cartel Central
12 Sapo na Banca - Z'África Brasil
13 A Bússola - União Racial

Espaço Rap Vol. 7


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01 O Menino do Morro - Facção Central
02 Amor, Sentimento Abstrato - Sombra e Bastardo
03 Super Billy (Ao Vivo) - Conexão do Morro
04 Mile Dias - 509-E
05 Apenas + 1 (Remix) - Detentos do Rap
06 Faculdade de Mil Grau - Tribunal Mc's
07 Fuga na Z/O - Expressão Ativa
08 Nessa Estrada (Na BR) - RZO
09 Funeral (Versão Rádio) - Cartel Central
10 Refém da Aminésia - Realidade Cruel
11 O Assalto - Alvos da Lei
12 Dia a Dia de Ladrão - Ndee Naldinho
13 Mano Chega Aí - Z'África Brasil

Espaço Rap Vol. 8



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01 Na Dor de uma Lágrima - Expressão Ativa
02 Favela Sinistra - Trilha $onora do Gueto
03 Eu Não Pedi Pra Nascer - Facção Central
04 Vai na Fé - DBS e a Quadrilha Part. Império & Função RHK
05 O Começo do Fim - O Vírus
06 Pirituba Parte II - RZO
07 Rap é Compromisso - Sabotage
08 Som do Inferno (Ao Vivo) - Detentos do Rap
09 Mais Cruel do Que Nunca - Realidade Cruel
10 Dez Anos Perdidos Parte II (A Procura da Liberdade) - Condenação Brutal
11 Apocalipse 2000 - Conexão do Morro Part. Sombra
12 Us Heróis Não Morrem - Alvos da Lei
13 Filhos do Clarão - Combinação Lethal

Espaço Rap Vol. 9



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01 V.L. Também Ama - Trilha $onora do Gueto
02 O Clã da Vila - DBS e a Quadrilha
03 Último Perdão - Expressão Ativa
04 Eu Não Pedi Pra Nascer - Facção Central
05 Honra - Pregador Luo
06 A Sina - SNJ
07 Jão - DMN
08 Amor... Só de Mãe - Detentos do Rap
09 Alô Polícia - Império Z/O
10 Mundo Livre - Face da Morte
11 É o Que Liga - Engajaduz

12 Bem Povão - Alvos da Lei
13 Periferia é o Lugar - Sabedoria de Vida

Espaço Rap Vol. 10


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01 Mun-Rá - Sabotage e Instituto
02 Guerreiro, Guerreira - Helião e Negra Li
03 1980 - Ao Cubo
04 O Amor Venceu a Guerra - GOG
05 Us Guerreiro - Rappin Hood
06 Castelo de Madeira - A Família
07 A Noiva do Thock - Visão de Rua
08 Dona Maria - Possemente Zulu
09 Vida Bandida - Detentos D.T.S.
10 Primeira Vista - 3D Hip Hop
11 Feito no Brasil - Face da Morte
12 Beberrão - X 4
13 Segura os B.O. - Função RHK

Espaço Rap Vol. 11


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01 Veja - Trilha Sonora do Gueto
02 Salve-se Quem Puder - Dexter Part. GOG
03 Dia dos Pais - Inquérito
04 Muito Longe Daqui - Rappin Hood Part. Arlindo Cruz
05 Olha o Menino - Helião e Negra Li
06 Brinquedo Assssino - A Família
07 Igreja do Sal - Sistema Racional
08 Severino - 288
09 Dona de Preto - Emissários
10 Rasgando o Verbo - Spainy e Trutty
11 Somente os Covardes Merecem Perder - 9 Milímetros

Espaço Rap Ao Vivo Especial


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01 Naquela Sala - Ao Cubo
02 H. Aço - DMN
03 Racistas Otários - DMN
04 Babilônia - Império Z/O
05 Alô Polícia - Império Z/O
06 O Show Deve Continuar - SNJ
07 Pensamentos - SNJ
08 A Vingança - Face da Morte
09 Mundo Livre - Face da Morte
10 Sou Negão - Rappin Hood
11 Rap é o Som da Paz - Rappin Hood
12 Vai na Fé - DBS e a Quadrilha
13 Na Dor de uma Lágrima - Expressão Ativa

Espaço Rap Série Especial Vol. 2 (Duplo)

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CD 01

01 Carruagem da Morte - Face da Morte
02 Condições de Sobreviver - Detentos do Rap
03 Viver no Gueto, Vichiii... - Conexão do Morro
04 Saudades Mil - 509-E
05 Como Vai Mano? - Cartel Central
06 Contagiante - Comando DMC
07 Pacto - Expressão Ativa
08 Sinal da Cruz - Realidade Cruel
09 Aquela Mina é Firmeza - Ndee Naldinho
10 Só Quem é Louco - De Menos Crime
11 Se Tú Lutas, Tú Conquistas - SNJ

CD 02

01 Favela Sinistra - Trilha Sonora do Gueto
02 Baseado em Fatos Reais - Detentos do Rap
03 Desculpa Mãe - Facção Central
04 Cisco - DMN
05 A Bússola - União Racial
06 Nessa Estrada (Na BR) - RZO
07 O Assalto - Alvos da Lei
08 Vai na Fé - DBS e a Quadrilha
09 Filhos do Clarão - Combinação Lethal
10 Naquela Sala - Ao Cubo
11 Alô Polícia - Império Z/O

Espaço Rap Ao Vivo


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01 Pacto - Expressão Ativa
02 Marcha Fúnebre - Facção Central
03 Saída de Emregência - DMN
04 A Idéia é Forte - Detentos do Rap
05 Super Billy - Conexão do Morro
06 Paz Interior - RZO
07 A Vingança - Face da Morte
08 É o Terror - GOG
09 Roleta Russa - Império Z/O
10 Vida Bandida - Rappin Hood
11 Fogo na Bomba - De Menos Crime

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k. Michelle